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Resultados em saúde

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O conteúdo em Portugês estará disponível em breve.

Health systems have multiple goals.[1] The world health report 2000[2]defined overall health system outcomes or goals as improving health and health equity in ways that are:

  • responsive
  • financially fair
  • make the best, or most efficient, use of available resources.

There are also important intermediate goals: the route from inputs to health outcomes is through achieving greater access to, and coverage for, effective health interventions without compromising efforts to ensure provider quality and safety.

The health systems access framework[3]

Countries try to protect the health of their citizens. They may be more or less successful, and more or less committed, but the tendency is one of trying to make progress, in three dimensions:

  • First, countries try to broaden the range of benefits (programmes, interventions, goods, services) to which their citizens are entitled.
  • Second, they extend access to these health goods and services to wider population groups and ultimately to all citizens: the notion of universal access to these benefits.
  • Finally, they try to provide citizens with social protection against untoward financial and social consequences of taking up health care. Of particular interest is protection against catastrophic expenditure and poverty.

In health policy and public health literature, the shorthand for these entitlements of universal access to a specified package of health benefits and social protection is universal coverage.


This section of the health systems profile is structured as follows:

Contents

Resumo analítico - Resultados em saúde

Um resultado de saúde é a mudança na saúde de um indivíduo, grupo de pessoas ou população a qual é atribuível a uma intervenção ou séries de intervenções. A análise de resultados de saúde permite avaliar se as acções de saúde, de promoção, preventivas e/ou curativas, estão a melhorar a saúde da população de forma equitativa.

Moçambique tem implementado um conjunto de intervenções com vista a melhorar o estado de saúde da sua população. Equidade tem sido um elemento central em todas as intervenções do sector.

As taxas de mortalidade infantil e em menores de 5 anos têm sido desproporcionalmente mais altas nas áreas rurais e o acesso limitado aos serviços de saúde de boa qualidade é um dos principais factores que contribuem para essa diferença. O sector de saúde tem implementado um vasto programa (infraestruturas, recursos humanos, imunização, etc), incluindo a atenção integrada das doenças da infância para reduzir essa diferença. Como resultado, a redução da mortalidade foi mais pronunciada nas áreas rurais, com a taxa de mortalidade em menores de 5 anos a reduzir em 32% passando de 237/1000 em 1987-1997 para 162/1000 em 1998-2008, enquanto a taxa de mortalidade no mesmo grupo na área urbana reduziu em 10% passando de 150/1000 a 135/1000, no mesmo período (figura 3). Uma tendência semelhante foi observada em relação a taxa de mortalidade infantil. A diferença entre rural e urbano reduziram substancialmente em 2011( 111 vs 100).

Figura 3 Taxa de mortalidade em menor de 5 anos.png

Figura 3: Taxa de mortalidade em menor de 5 anos em dois períodos de 10 anos por área de residência

Desde de 2000, o MISAU está a implementar o Plano Nacional para a Redução da Mortalidade Materna e Neonatal que tem como objectivo melhorar o acesso a serviços de qualidade incluindo consulta pré-natal, assistência ao parto, consulta pós-parto e planeamento familiar. Este plano foi reforçado em anos recentes com o lançamento da iniciativa presidencial para a saúde da mulher e criança em 2006. Estas iniciativas têm tido impacto na mortalidade materna e neonatal embora a redução não esteja acontecer no mesmo ritmo da mortalidade infantil e em menores de 5 anos. Salvar vidas de mães e recém-nascidos em risco requer acção imediata e meios mais sofisticados. No que diz respeito ao acesso aos serviços: em 2011, 91% (86% em 2003) das mulheres grávidas tiveram pelo menos uma consulta pré-natal a nível nacional com Cidade de Maputo a registar cobertura de 100%. A proporção de mulheres grávidas que teve parto na maternidade aumentou de 44% em 1997 para 54% em 2011 (figura 4). As diferenças entre áreas urbanas e rurais ainda persistem. Em 2011, a proporção de mulheres que tiveram parto assistidos por profissionais treinados na área urbana foi quase o dobro da área rural (80% vs 44%).

Figura 4 Cobertura da consulta pré-natal e de parto.png

Figura 4: Cobertura da consulta pré-natal e de parto assistido por profissional treinado IDS 2003 e IDS 2011

O programa alargado de vacinação tem registado progresso significativo e um dos principais determinantes da redução da mortalidade infantil. A taxa de imunização pela vacina DTPHep3 em crianças de 12 a 23 meses tem vindo a aumentar gradualmente no pais. Esta passou de 58% em 1997 para 67% em 2003 e 76% em 2008, respectivamente. A cobertura de crianças completamente vacinadas não tem melhorado de forma significativa. Mais detalhes sobre vacinação podem ser encontrados na secção sobre imunização.


Panorama geral e resultados sistémicos

Prioridades e rumo a seguir - Resultados em saúde

Outros - Resultados em saúde

Notas finais: fontes, métodos, abreviaturas, etc.

  1. Everybody’s business. Strengthening health systems to improve health outcomes. WHO’s framework for action (pdf 843.33kb). Geneva, World Health Organization, 2007
  2. The world health report 2000. Health systems: improving performance (pdf 1.65Mb). Geneva, World Health Organization, 2000
  3. The world medicines situation (pdf 1.03Mb). Geneva, World Health Organization, 2004